Hector Julio Páride Bernabó ou Carybé (Lanús, 7 de fevereiro de 1911 — Salvador, 2 de outubro de 1997) foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino naturalizado e radicado no Brasil.
Artista baiano nascido em 1911, em Lanús, Buenos Aires. Acreditava na força da miscigenação das Américas. Retratou a cultura do povo da Bahia como ninguém.
"Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, fazem loucuras por amor, compram passagens só de ida..." Martha Medeiros.
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sábado, 25 de febrero de 2012
As Festas do Bonfim e Iemanjá Vistas por Carybé
Pintoras na Primavera de 2011
O Museu de Arte da Bahia apresenta a exposição Pintoras na Primavera de 2011, com trabalhos de artistas brasileiras que atuaram nas seis últimas décadas. A curadoria é da diretora do MAB, Sylvia Athayde.
São mais de 30 artistas que se expressam através de diferentes técnicas como pinturas, desenhos e gravuras. Entre elas, nomes consagrados como os de Tarsila do Amaral (“O Touro”, pintura de 1828); Djanira (“Meninas e Flores”, pintura de 1950) e Maria Bonomi (“A Parada”, gravura de 1958), além de Renina Katz, Marina Caram e Anna Bella Geiger, ao lado de outras importantes representantes das artes plásticas brasileiras.
A Bahia está presente na mostra com obras de Sonia Castro, Ligia Milton, Carmem Penido, Márcia Magno, Edsoleda Santos e Sonia Rangel, junto a outros trabalhos de artistas baianas como Fátima Tosta, Yeda Maria, Candoca, Emma Valle e Hilda de Oliveira. A maior parte das obras é do acervo permanente do Museu de Arte Moderna da Bahia e outras do próprio MAB.
Janelas Abertas- Rubem Valentim
O Solar do Unhão, onde se localiza o Museu de Arte Moderna da Bahia desde 1966, foi restaurado pela arquiteta e artista Lina Bo Bardi. Em sua concepção, o Casarão devia permitir ao visitante observar o que estava além da janela, banhado pela Bahia de Todos os Santos. O desejo da artista e arquiteta era que o simbolismo agisse na troca de olhares internos e externos, com a luz atuando sobre as obras de arte, criando luz e sombra. Fechadas há aproximadamente 15 anos, a exposição Rubem Valentim permitiu a reabertura das janelas do Casarão do MAM-BA. Os visitantes podem conferir a mostra e as janelas abertas até 12 de fevereiro.
Rubem Valentim nasceu em Salvador em 1922 e fez história como um dos mestres do construtivismo, reconhecido por ser amante da cultura afro e do candomblé. Participou do movimento de renovação artística da Bahia, ao lado de artistas como Mario Cravo Jr., Jenner Augusto e Lygia Sampaio. Do mesmo modo que Lina Bo Bardi, Valentim também se interessava pela água e pela luz. Em ocasião na Pinacoteca de São Paulo, localizada na Praça da Luz, proclamou “eu procuro a claridade, a luz da luz”. Um de seus trabalhos no Casarão, Templo de Oxalá, é composto por esculturas brancas que possuem uma ligação direta com a água. As obras de Rubem Valentim ficam expostas no MAM-BA até 12 de fevereiro, data limite para os visitantes vislumbrarem o Casarão do museu com as janelas abertas, em sintonia com as esculturas do mestre da luz.
Curadora da exposição Rubem Valentim e diretora do MAM-BA, Stella Carrozzo explica que “o Templo de Oxalá ficava na sala Rubem Valentim, embora o espaço não fosse adequado, apesar da sua beleza, pois as obras são grandes e precisam de um espaço mais amplo e arejado”. Com o objetivo de que os visitantes circulem entre as esculturas, a curadora preferiu colocá-las no Casarão, devido à sua amplidão física e simbólica.
domingo, 8 de enero de 2012
Rubem Valentim- MAM
O caráter místico, o diálogo com a cultura popular e religiosa e a dimensão antropológica de sua obra serão evidenciadas nesta exposição, que é potencializada por intenso programa de ações educativas proposto pelo museu. A homenagem a Rubem Valentim reafirma a importância que sua obra exerceu no cenário artístico brasileiro,tangenciando a tradição ocidental com as raízes africanas da cultura brasileira. Telas, serigrafias, esculturas e relevos ocuparão o Casarão e a Capela do MAM-BA, evidenciando a relação das obras com o espaço.
lunes, 26 de diciembre de 2011
Sante Scaldaferri
Ícone das artes plásticas da Bahia e importante representante do Movimento de Arte Moderna dos anos 40, Sante apresenta nesta mostra 85 telas pintadas entre os anos 70 até os dias atuais. “O Amigo do Homem”, “O Homem do guarda-chuva”, a série “Tentação 1: O Prazer”, “Tentação 2: O Êxito Prestigioso” e “Tentação 3 : O Poder”, “Bacanal”, “Mulheres”, “Ex-Votos em Azul”, “Os Ex-Votos Negros”, “Prisioneiros do Pecado” e “Retrato de Fernando da Rocha Peres” são algumas das obras que serão expostas ao público.
A obra de Sante Scaldaferri está presente não somente na Bahia e no Brasil, como também em várias partes do mundo. Atualmente, suas pinturas “Romeiros de Monte Santo” e “Vaqueiro” estão em exposição no Rockefeller Plaza, em Nova Iorque, e outros quadros do artista constam no catálogo da famosa casa de leilões Christie’s. Um dos mais importantes e representativos entre os pintores brasileiros contemporâneos, sua pintura é considerada arte erudita sobre raiz popular e reflete o drama e a tragédia do povo da região dos sertões nordestinos do Brasil. Seu universo é o Nordeste brasileiro e desde 1957 usa em sua pintura o “Ex-Voto” como signo-símbolo, numa transfiguração estética.
jueves, 7 de julio de 2011
Subite al Subte de Montevideo...
Esperando el Vinilo Vol. 2
La hacedora de muñecos Matilde Epíscopo y el Diseñador Gráfico Gervasio Della Ratta, crean un espacio para jugar. La exhibición está enmarcada en el género “toy art” (artejuguetes), forma de expresión contemporánea asociada a la cultura de diseñadores y artistas digitales. A esta forma de expresión la define su necesidad de materialización de la obra, valora (incluso económicamente) el “objeto de diseño”.El “toy art” suele poner la mirada en movimientos culturales que ocurren en el primer mundo.Los diseñadores y artistas de países emergentes imitamos como reflejo lo que vemos, tomando lenguajes expresivos en auge sin adaptarlos a nuestra realidad. En los materiales, por ejemplo, se asocia el uso del vinilo como condición obligada para hacer el objeto. Con la intención de generar "toy art" de forma accesible y sin anclarnos a un desarrollo técnico particular (como el vinilo), creamos muñecos de tela.A esto le sumamos que el traslado artesanal del diseño al objeto aporta cercanía y calidéz a los objetos de diseño. Los muñecos son realizados en tela, rellenos de guata y cosidos a mano; con detalles de mostacillas, botones, y borados. La confección está a cargo de Atacaesquimal que interpreta y da forma a los personajes propuestos por diseñadores y artistas. En el fondo de la sala un baúl con muñecos está esperando ser abierto, para ejercitar el sentirnos a gusto, re?exionar sobre nosotros y encontrarnos.La propuesta es no amedrentarse ante las imposiciones de la adultez que nos alejan de los juguetes y los universos imaginarios.Creadores de los diseños : Atacaesquimal, Antonella Moltini, Mato Acosta, Marcel Salord, Erb-O, Fabián Roudown, Gervas, Vero Young, Leandro Mangado, Atolón De Morora
martes, 5 de julio de 2011
PAPAYABEMBA KURIKOTO NAGÖLO/ Nicolás Sánchez "Alfalfa"/ Marcelo Vidal "Chindogu"/ Nandy Cabrera "Selectorchico"
El mundo de los colores que se mueven
Este espacio sensible es auto-portante!Lo que ves es lo que hay, y hay mucho.Superabundancia de contenidos, superpoblación de símbolos, superposición de significados, barroquismo de información, datos e imágenes.Papayabemba Kurikoto Nagölo es un experimento que se mueve entre lo decorativo, lo marcadamente plástico y lo visual, el goce estético de orden extático, la experiencia místico-metafísica y el plano de la especulación sobre los procesos de acumulación de significantes en el soporte urbano y su desarrollo orgánico.Usando la instalación, lo habitable, como lenguaje me acerco a esa cualidad envolvente ycontenedora de la realidad misma, a ese estar circundado de espacios dondese desarrollan acontecimientos, que son los lugares, los escenarios que habitamos el mundo..."real".
O movimento de luz cores e desenhos causa alucinaçao, obra alucinógena.
Black Life - Claudio Roncoli
"El dripping más allá del mero hecho de corroer la imagen, en el sentido de destruirla o aniquilarla, a la vez la resalta, la desenmascara, esta irrumpe en un nuevo sentido o nivel, se despeja. Socava la imagen para revelar, permite sondear, ver que hay detrás, más allá de la imagen, de la apariencia.
Denuncia la imagen como trampa, la entronización e idolatría de la imagen.
A estas imágenes poseedoras de una metáfora sutil pero banal, las recubre Roncoli de poesía, de una poesía sutil e irónica; a esta manipulación total de imágenes, símbolos y signos, a la metáfora disparatada del absurdo y pueril de la imagen opone, o más bien sobre pone Roncoli el hálito.
En ese transfondo que deja ver, el arte aparecería no solo como una denuncia y señalamiento, sino deviene a ser una afirmación de la vida, una apertura, un modo simple, sutil de desvelarse a la vida misma. "
Entra al website de Claudio Roncoli
En definitiva, hace sentirnos los payasos que somos en este mundo de ilusiones mediáticas, nos abre los ojos, nos vare la mente. El color de sus obras, la tinta que se diluye en la imagen denunciando la mentira de colores que está en todo eso, nos muestra como un escracho lo cuán ridículos somos al formalizar nuestros deseos a partir de una pantalla, o unas pantallas de mera ilusión. Más aún nos hace ver lo ridículas que son estas mismas ilusiones, sin riqueza de contenido o personalidad. ¡¡¡Ridículos, somos todos ridículos!!!
Denuncia la imagen como trampa, la entronización e idolatría de la imagen.
A estas imágenes poseedoras de una metáfora sutil pero banal, las recubre Roncoli de poesía, de una poesía sutil e irónica; a esta manipulación total de imágenes, símbolos y signos, a la metáfora disparatada del absurdo y pueril de la imagen opone, o más bien sobre pone Roncoli el hálito.
En ese transfondo que deja ver, el arte aparecería no solo como una denuncia y señalamiento, sino deviene a ser una afirmación de la vida, una apertura, un modo simple, sutil de desvelarse a la vida misma. "
Entra al website de Claudio Roncoli
En definitiva, hace sentirnos los payasos que somos en este mundo de ilusiones mediáticas, nos abre los ojos, nos vare la mente. El color de sus obras, la tinta que se diluye en la imagen denunciando la mentira de colores que está en todo eso, nos muestra como un escracho lo cuán ridículos somos al formalizar nuestros deseos a partir de una pantalla, o unas pantallas de mera ilusión. Más aún nos hace ver lo ridículas que son estas mismas ilusiones, sin riqueza de contenido o personalidad. ¡¡¡Ridículos, somos todos ridículos!!!
¡¡¡¡SOY UNA RIDÍCULA!!!!!!!!
sábado, 18 de junio de 2011
Más allá del deber- Armando Sartorotti
El fotógrafo Armando Sartorotti estuvo más de un mes junto a los cascos azules uruguayos en el Congo y en Haití. Su trabajo está reunido en una exposición y un libro: “Más allá del deber”. Su intención fue responder a la pregunta de qué hacen los militares uruguayos en esos destinos, algo que casi nadie podía responderle. Oficiales que cavaban una fosa para más de 200 muertos el día en que Uruguay derrotó a Ghana fue una de las respuestas.
Se puede ver el libro con las fotos EN ESTE ENLACE.
Ver o oír entrevista completa aqui.
Se puede ver el libro con las fotos EN ESTE ENLACE.
La exposición fotográfica "Más allá del deber - Conviviendo con las tropas uruguayas de los cuerpos de paz de Naciones Unidas" se puede ver en el atrio de la Intendencia Municipal de Montevideo.
domingo, 22 de mayo de 2011
Nicholas Nixon- fotos de las hermanas
Nicholas Nixon. Las hermanas Brown
1975
¿Qué podremos ver? La exposición del fotógrafo Nicholas Nixon reúne un conjunto de retratos de su esposa y sus hermanas, realizadas en la misma toma, año tras año.
La propuesta
2010
Muestra completa: Nicholas Nixon
sábado, 2 de abril de 2011
O Alquimista do Som – Coleção Walter Smetak
O Alquimista do Som – Coleção Walter Smetak, com obras do músico suíço Walter Smetak. Na mostra, são apresentadas as peças do acervo da família do artista, composta partituras e objetos pessoais, referentes ao período que viveu na Bahia, entre os anos 1937 e 1984, como a medalha da Ordem do Mérito Cultural que ele recebeu (in memoriam) do Ministério da Cultura.
O músico marcou a história da música brasileira, pois realizou experimentações sonoras e plásticas, fundindo elementos da cultura popular com outros da cultura erudita, provocando algo completamente novo, tanto para a sua época, quanto para os dias de hoje. Além disso, foi um grande mestre que influenciou toda uma geração de músicos e artistas, como os tropicalistas.
Sala Walter Smetak (Centro Cultural Solar Ferrão).
O músico marcou a história da música brasileira, pois realizou experimentações sonoras e plásticas, fundindo elementos da cultura popular com outros da cultura erudita, provocando algo completamente novo, tanto para a sua época, quanto para os dias de hoje. Além disso, foi um grande mestre que influenciou toda uma geração de músicos e artistas, como os tropicalistas.
Sala Walter Smetak (Centro Cultural Solar Ferrão).
Fragmentos de Lina Bo Bardi
A exposição 'Fragmentos: Artefatos populares, o olhar de Lina Bo Bardi', traz mais de 800 peças coletadas por Lina Bo Bardi em sua passagem por cidades e zonas rurais dos estados da Bahia, Pernambuco e Ceará, entre as décadas de 50 e 60. São utensílios de madeira, objetos de barro, pilões, peças feitas de material reciclado e de lixo, além de ex-votos, santos, objetos de candomblé e bichos, representam o livre design de expressão popularencontrado no Nordeste do Brasil.
domingo, 12 de diciembre de 2010
Cosme e Damião: A Arte Popular de Celebrar os Gêmeos

Ludmilla Pomerantzeff tem mais de 1200 peças de Cosme e Damião, os santos gêmeos, coletadas ao longo de anos de viagens pelo interior do Brasil. Uma parcela desta vasta coleção pode ser vista na exposição
Cosme e Damião: "A arte popular de celebrar os gêmeos",
apresentada no Museu Carlos Museu Costa Pinto.
martes, 9 de noviembre de 2010
"TUNGA: À LUZ DE DOIS MUNDOS"



Salvador recebe célebre obra de Tunga exposta no Louvre
Em 2005, os visitantes do Museu do Louvre, em Paris, defrontavam-se com uma inesperada instalação logo quando desciam as escadas sob a pirâmide de cristal, onde ficam as bilheterias.
Era composta por caveiras, ossos e cabeças de estátuas douradas, todos aprisionados numa rede, equilibrada numa balança. Tratava-se da obra "À Luz de Dois Mundos", criada por Tunga para o Ano do Brasil na França.
Era composta por caveiras, ossos e cabeças de estátuas douradas, todos aprisionados numa rede, equilibrada numa balança. Tratava-se da obra "À Luz de Dois Mundos", criada por Tunga para o Ano do Brasil na França.
"A primeira mostra daquela temporada no Louvre iria apresentar todas as pinturas de Frans Post (1612-1680) sobre o Brasil que pertencem ao museu", diz Tunga.
"Ele estava acostumado à luminosidade europeia e precisou se confrontar com a luminosidade dos trópicos. Esse embate entre duas luzes, que no fundo são uma só, me inspirou no trabalho."
Depois de Paris, "À Luz de Dois Mundos" foi para o PS1, o braço contemporâneo do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York, em 2007, e, desde sexta, pode ser vista no Palacete das Artes Rodin, em Salvador.
"Ele estava acostumado à luminosidade europeia e precisou se confrontar com a luminosidade dos trópicos. Esse embate entre duas luzes, que no fundo são uma só, me inspirou no trabalho."
Depois de Paris, "À Luz de Dois Mundos" foi para o PS1, o braço contemporâneo do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York, em 2007, e, desde sexta, pode ser vista no Palacete das Artes Rodin, em Salvador.
QUARTA DIMENSÃO
Também conhecido como Museu Rodin -- por abrigar desde setembro uma coleção do escultor francês --, a instituição possui um programa de arte contemporânea denominado Quarta Dimensão.
"Neste ano, apresentamos quatro artistas, numa programação pensada com o Tunga, com outros destaques de sua geração, como o Mário Cravo Neto, o Waltercio Caldas e o José Resende", diz Daniel Rangel, que além de responsável pela Direção de Museus da Bahia (Dimu) e curador das mostras, foi assistente de Tunga.
Na sala contemporânea do palacete, por sua escala discreta, a obra ganha intensidade, pois confronta-se de maneira muito próxima com o espectador.
"Parece que esse trabalho foi feito para este local", disse o artista baiano Caetano Dias na abertura da mostra.
Em Salvador, Tunga ainda apresenta desenhos, livros e cinco peças inéditas, como se retirasse da grande instalação pequenos elementos que tornam mais visíveis os embates entre "dois mundos".
"São metonímias dessa grande metáfora", explica. Na mostra, estão também os moldes em gesso das cópias das cabeças de estátuas do Louvre que Tunga usou para criar a instalação, num ótimo diálogo com os moldes em gesso do próprio Rodin no corpo central do museu.
"Neste ano, apresentamos quatro artistas, numa programação pensada com o Tunga, com outros destaques de sua geração, como o Mário Cravo Neto, o Waltercio Caldas e o José Resende", diz Daniel Rangel, que além de responsável pela Direção de Museus da Bahia (Dimu) e curador das mostras, foi assistente de Tunga.
Na sala contemporânea do palacete, por sua escala discreta, a obra ganha intensidade, pois confronta-se de maneira muito próxima com o espectador.
"Parece que esse trabalho foi feito para este local", disse o artista baiano Caetano Dias na abertura da mostra.
Em Salvador, Tunga ainda apresenta desenhos, livros e cinco peças inéditas, como se retirasse da grande instalação pequenos elementos que tornam mais visíveis os embates entre "dois mundos".
"São metonímias dessa grande metáfora", explica. Na mostra, estão também os moldes em gesso das cópias das cabeças de estátuas do Louvre que Tunga usou para criar a instalação, num ótimo diálogo com os moldes em gesso do próprio Rodin no corpo central do museu.
lunes, 16 de noviembre de 2009
Pop life at Tate Modern
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