"Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, fazem loucuras por amor, compram passagens só de ida..." Martha Medeiros.
lunes, 19 de marzo de 2012
domingo, 18 de marzo de 2012
viernes, 16 de marzo de 2012
Los Pasos Perdidos - Alejo Carpentier
(...) Me digo que la marcha por los caminos excepcionales se emprende inconscientemente, sin tener la sensación de lo maravilloso en el instante de vivirlo: se llega tan lejos, más allá de lo trillado, más allá de lo repartido que el hombre, envanecido por los privilegios de lo descubierto, se siente capaz de repetir la hazaña cuando se lo proponga -dueño del rumbo negado a los demás-. Un día comete el irreparable error de desandar lo andado, creyendo que lo excepcional puede serlo dos veces, y al regresar encuentra los paisajes trastocados, los puntos de referencia barridos, en tanto que los informadores han mudado el semblante (...)
-De Alejo Carpentier
miércoles, 7 de marzo de 2012
martes, 6 de marzo de 2012
Cadê minhas canetinhas?
Tormenta Violeta en la Rambla de Montevideo
sábado, 25 de febrero de 2012
¡Pues la vivi a mi manera!
Estoy mirando atras
y puedo ver mi vida entera
y se que estoy en paz
pues la vivi a mi manera...
Creci sin derrochar
logré abrazar, el mundo todo
y mas, mil sueños mas, vivi a mi modo...
Dolor lo conoci
y recibi compensaciones
segui sin vacilar
logre vencer las decepciones...
mi plan jamas fallo
y me mostro mil y un recodos
y mas, si mucho mas, vivi a mi modo...
Ese fui yo
que arremetí, hasta el azar
quize perseguir...
si me oculte
si me arriesgue
lo que perdi no lo lloré...
porque vivi
siempre vivi, a mi manera...
Amé tambien sufri y comparti
caminos largos
perdí y rescate
mas no guarde, tiempos amargos...
jamas me arrepenti
si amando di todos mis sueños
lloré y si reí, fue a mi manera...
Que pueden decir, o criticar
si yo aprendi a renunciar
si hay que morir
y hay que pasar
nada deje sin entregar
porque vivi
siempre vivi a mi manera
As Festas do Bonfim e Iemanjá Vistas por Carybé
Hector Julio Páride Bernabó ou Carybé (Lanús, 7 de fevereiro de 1911 — Salvador, 2 de outubro de 1997) foi um pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista argentino naturalizado e radicado no Brasil.
Artista baiano nascido em 1911, em Lanús, Buenos Aires. Acreditava na força da miscigenação das Américas. Retratou a cultura do povo da Bahia como ninguém.
Artista baiano nascido em 1911, em Lanús, Buenos Aires. Acreditava na força da miscigenação das Américas. Retratou a cultura do povo da Bahia como ninguém.
Pintoras na Primavera de 2011
O Museu de Arte da Bahia apresenta a exposição Pintoras na Primavera de 2011, com trabalhos de artistas brasileiras que atuaram nas seis últimas décadas. A curadoria é da diretora do MAB, Sylvia Athayde.
São mais de 30 artistas que se expressam através de diferentes técnicas como pinturas, desenhos e gravuras. Entre elas, nomes consagrados como os de Tarsila do Amaral (“O Touro”, pintura de 1828); Djanira (“Meninas e Flores”, pintura de 1950) e Maria Bonomi (“A Parada”, gravura de 1958), além de Renina Katz, Marina Caram e Anna Bella Geiger, ao lado de outras importantes representantes das artes plásticas brasileiras.
A Bahia está presente na mostra com obras de Sonia Castro, Ligia Milton, Carmem Penido, Márcia Magno, Edsoleda Santos e Sonia Rangel, junto a outros trabalhos de artistas baianas como Fátima Tosta, Yeda Maria, Candoca, Emma Valle e Hilda de Oliveira. A maior parte das obras é do acervo permanente do Museu de Arte Moderna da Bahia e outras do próprio MAB.
Janelas Abertas- Rubem Valentim
O Solar do Unhão, onde se localiza o Museu de Arte Moderna da Bahia desde 1966, foi restaurado pela arquiteta e artista Lina Bo Bardi. Em sua concepção, o Casarão devia permitir ao visitante observar o que estava além da janela, banhado pela Bahia de Todos os Santos. O desejo da artista e arquiteta era que o simbolismo agisse na troca de olhares internos e externos, com a luz atuando sobre as obras de arte, criando luz e sombra. Fechadas há aproximadamente 15 anos, a exposição Rubem Valentim permitiu a reabertura das janelas do Casarão do MAM-BA. Os visitantes podem conferir a mostra e as janelas abertas até 12 de fevereiro.
Rubem Valentim nasceu em Salvador em 1922 e fez história como um dos mestres do construtivismo, reconhecido por ser amante da cultura afro e do candomblé. Participou do movimento de renovação artística da Bahia, ao lado de artistas como Mario Cravo Jr., Jenner Augusto e Lygia Sampaio. Do mesmo modo que Lina Bo Bardi, Valentim também se interessava pela água e pela luz. Em ocasião na Pinacoteca de São Paulo, localizada na Praça da Luz, proclamou “eu procuro a claridade, a luz da luz”. Um de seus trabalhos no Casarão, Templo de Oxalá, é composto por esculturas brancas que possuem uma ligação direta com a água. As obras de Rubem Valentim ficam expostas no MAM-BA até 12 de fevereiro, data limite para os visitantes vislumbrarem o Casarão do museu com as janelas abertas, em sintonia com as esculturas do mestre da luz.
Curadora da exposição Rubem Valentim e diretora do MAM-BA, Stella Carrozzo explica que “o Templo de Oxalá ficava na sala Rubem Valentim, embora o espaço não fosse adequado, apesar da sua beleza, pois as obras são grandes e precisam de um espaço mais amplo e arejado”. Com o objetivo de que os visitantes circulem entre as esculturas, a curadora preferiu colocá-las no Casarão, devido à sua amplidão física e simbólica.
Barragem Pedra do Cavalo
A Barragem de Pedra do Cavalo é uma barragem do rio Paraguaçu, que nasce na Chapada Diamantina, localizada a cerca de 2 km das sedes dos municípios de Cachoeira e São Félix e 120 km de Salvador, no estado brasileiro da Bahia.
viernes, 24 de febrero de 2012
Massagem Ayurvédica
Há cerca de 6000 (seis mil) anos atrás, a ciência da Ayurveda começou na Índia.
Em sânscrito, AYU significa vida e VEDA significa conhecimento ou ciência, sendo assim Ayurveda pode ser traduzido como a ciência ou conhecimento da vida.
A massagem ayurvédica é uma vigorosa massagem que estimula os músculos e a circulação, liberando as toxinas presas aos músculos e tecidos.
Através de toques profundos com as mãos, cotovelos e pés, a massagem Ayurvédica propicia um realinhamento postural, alívio de tensões (por vezes crônica) no corpo físico, fortalece o sistema imonológico, e tem efeitos anti-stress e anti-depressivos.
Contando com alguns alongamentos, proporciona uma maior flexibilidade do corpo e mobilidade nas articulações, possibilitando o circuito livre da energia vital.
Tem efeito terapêutico também a nível dos corpos emocional, mental e espiritual. As emoções, conceitos, crenças e experiências vivenciadas e contraídas no corpo, são "tocadas" e liberadas, propiciando um profundo processo de auto conhecimento e transformação interna e externa, a partir da consciência corporal.
É um poderoso sistema de tratamento para harmonização, balanceamento e vitalização do ser, além de ter uma atuação específica em problemas crônicos e agudos localizados em diversas áreas do corpo, sempre de uma forma natural e consciente.
Gracias por la información a...
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