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miércoles, 10 de octubre de 2012

Beauty - Calvin Klein



Este perfume del finales del año 2010 opta por una vuelta a lo íntimo con un aroma que prefiere mostrar la belleza interna de una mujer en lugar de ofrecer capas de complemento seductoras, bajo un concepto llamado "neo lily" inspirado en una reconstrucción más moderna del aroma de una flor clásica, en este caso el de una cala. La botella recurre a líneas curvas como símbolo de la feminidad, con el borde metálico en el exterior como contenedor o marco de la belleza interna que irradia una mujer, encerrada en el perfume. En el sitio de Calvin Klein Fragrances señalan que las notas principales de la fragancia son: semillas de ambrette, jazmín y cedro.

En la partida se siente un centro aromático floral único, con la sensación de una o varias flores alineadas entre sí para dar el mismo tipo de aroma que gira en torno a la idea de una flor de jardín con polen, entre lirios del valle con algo de jazmín, flores blancas y sensación de una fresia fresca restringida, que se queda en una sensación de aroma femenino correcto sin ahondar en vetas extras como rosados o alimonados. En fase media el grupo floral se abre, girando la mayoría de las flores en variaciones de jazmín, con partes jabonosas y partes sintéticas que traen recuerdos de fragancias juveniles clásicas conocidas. 

La fragancia mantiene líneas estables que giran en torno a un aroma central de flores blancas, con ideas cercanas a un jazmín sin mostrarlo en forma explícita pero también mostrando líneas que se sienten estándares o conocidas de otras fragancias femeninas, mejorando en comportamiento y presencia hacia las fases finales. Por el desplante que tiene el aroma se siente como una fragancia enfocada para un uso de diario primaveral, adquiriendo algo de personalidad con el tiempo pero quedando algo suave para un uso de invierno. 

sábado, 29 de septiembre de 2012

Encontros...


Quase 3 meses de excelente convivência, hoje a ficha começou a cair a não me sinto mais tão feliz como antes, pois minha amiga "Mi amor" vai buscar sua felicidade ainda em um lugar desconhecido. Eu só tenho a agradecer a Deus por ter colocado em minha vida uma mulher com jeito de menina (ainda cheia de medos, sonhos e com um coração único) que fez com que todos os dias nunca fossem iguais e os finais de semana inesquecíveis. Falta tão pouco para uma nova fase de nossas vidas e o que tenho a dizer é que você cativou meu coração e hoje tem o meu AMOR. Te amo MI AMOR.



lunes, 3 de septiembre de 2012

Rubacão

“Pernambuco tem o bolo-de-rolo, a Bahia o acarajé e a Paraíba seu rubacão. É um prato da gastronomia nordestina, de origem árabe, muito apreciado no sertão paraibano – o rubacão deslocou-se para o litoral, disputando espaço com outras comidas regionais. Prato único, e de alto teor calórico e protéico pelos inúmeros ingredientes que o compõem, e que a cada estado do nordeste, sofre modificações, por acréscimo ou supressão de um ou mais ingredientes. Os árabes utilizavam a lentilha que no Brasil, foi substituída pelo feijão macássar ou feijão-verde, típico do sertão paraibano. Ele assim como a lentilha, “casou” bem com o arroz.

Os ingredientes que não podem faltar, são: o queijo de coalho, nata, toucinho (bacon), carne de sol ou de charque, e é claro, o arroz da terra (arroz vermelho) e o feijão (que pode ser verde ou macássar). No Ceará é chamado de baião-de-dois; a diferença para a receita da Paraíba está no uso da nata. O rubacão é um prato que deve ser servido assim que fica pronto.”




Ingredientes:
250 g de charque
1 xícara de chá de feijão fradinho
200 g de bacon
1 cebola
2 dentes de alho
4 xícaras de chá de arroz
1 folha de louro
200 g de queijo coalho
Sal e pimenta dedo-de-moça
Salsinha picada
1 linguiça calabresa

Em tigelas distintas, coloque o charque e o feijão de molho em água no dia anterior.
Troque a água do charque 3 vezes.
No dia seguinte cozinhe o feijão e o charque.
Em uma panela frite o bacon.
Acrescente a cebola, alho e o arroz para refogar.
Junte o feijão fradinho e o charque e cubra com água.
Adicione o louro e deixe a água secar.
Acrescente cubos de queijo coalho e tempere com sal e pimenta.
Quando o arroz estiver cozido acrescente salsinha.
Em outra panela, cozinhe a calabresa cortada em rodelas.
Adicione a calabresa à receita e deixe cozinhar por mais alguns minutos.
Sirva bem quente.

AGRADECIMENTOS...


A paraibana cozinheira - Sibely

miércoles, 11 de abril de 2012

Andaraí








Estradinha de Igatu


Para além da curva da estrada 

Para além da curva da estrada 
Talvez haja um poço, e talvez um castelo, 
E talvez apenas a continuação da estrada. 
Não sei nem pergunto. 
Enquanto vou na estrada antes da curva 
Só olho para a estrada antes da curva, 
Porque não posso ver senão a estrada antes da curva. 
De nada me serviria estar olhando para outro lado 
E para aquilo que não vejo. 
Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos. 
Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer. 
Se há alguém para além da curva da estrada, 
Esses que se preocupem com o que há para além da curva da estrada. 
Essa é que é a estrada para eles. 
Se nós tivermos que chegar lá, quando lá chegarmos saberemos. 
Por ora só sabemos que lá não estamos. 
Aqui há só a estrada antes da curva, e antes da curva 
Há a estrada sem curva nenhuma. 

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos" 
Heterónimo de Fernando Pessoa

jueves, 5 de abril de 2012

29 de Março


Salve Salvador
Salve o tempero
A arte
O gingado

Salve a música
O mulato
E o pardo

Salve Jorge Amado
Salve a nossa raiz
Aqui é fácil ser feliz

Salve o Porto da Barra
O Farol de Itapuã
O Pelourinho

Salve as águas cristalinas
A inocência da menina
Que transborda o amor

Salve a Bahia
Salve São Salvador

Mais Massarandupió!!!








Massarandupió/BA














sábado, 24 de marzo de 2012

Caipirinhas Brasileiras




Goiaba, Carambola, Limão, Caju, Côco

Reciclando Sueños


“SOMOS LOS UNICOS SERES DE LA TIERRA QUE PODEMOS CAMBIAR NUESTRA BIOLOGIA CON NUESTROS PENSAMIENTOS”

Albert Einsten


Cenários da Chapada Diamantina








XIQUE XIQUE DO IGATU



Se chegar à Bahia, mais precisamente na Chapada Diamantina e ouvir falar da Machu Picchu baiana não se espante. Estão falando de Igatu, distrito de Andaraí, distante 114Km de Lençóis. A vila que já teve por volta de 15 mil habitantes, conta com menos de 500 e é uma verdadeira cidade de pedra. "Sagrada" pra quem viveu lá durante o auge do ciclo do diamante. Hoje não há farmácias, o hospital mais próximo fica em Andaraí, à 12Km. Em outros tempos quem diria? Cabarés, cassinos, lojas, cadeia, cartório, cinema...






Hoje, as mais belas cachoeiras, formações rochosas, rica história, hospitalidade e um pouco da cultura nacional. 



Mas, por que Machu Picchu baiana? Bem, as ruínas da vila nem de longe se assemelham as ruínas sagradas dos Incas, no Peru. Coincidências a parte, não precisamente em Igatu, mas em um vastíssimo sertão de "uma cordilheira de montes tão elevados, que parecião chegavão à região etherea, e que servião de throno ao vento, às mesmas estrellas (...) principiamos a subir, achando muita pedra solta e amontoada... Estas notícias mando a Vm. d'este sertão da Bahia, e dos rios Paracaçu, Unã... com tudo peço a Vm. largue essas penurias e venha utilizar-se d'estas grandezas (...)" (trechos do Manuscrito 512, documento de 1753 arquivado na Fundação Biblioteca Nacional).




De acordo com a fundação, "Este manuscrito encerra um mistério: a notícia de uma cidade de aspecto clássico perdida no interior da Bahia, a qual tem sido procurada, até agora sem sucesso, por diversos exploradores. Dentre eles, destaca-se Percy Fawcett, que, tendo partido em 1920, desapareceu sem deixar nenhum vestígio". (in http://www.fn.br  ) . Fawcett era Comandante da Guarda Real inglesa. Suas expedições inspiraram o cineasta Steven Spielberg a criar o personagem Indiana Jones. O Documento 512 apareceu publicado, em 1839, no Jornal do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro.





Acredita-se que Igatu ou Xique-xique (como era conhecida) foi descoberta por volta de 1840, por garimpeiros e eles é que fizeram as obras em pedra que você pode encontrar por lá. Foi um século de exploração e riqueza e a decadência no século 20, quando a maioria das casas foi abandonada. Os próprios garimpeiros chegaram a destruir ruas inteiras em busca dos últimos diamantes o que deu início aos cerca de 7Km de ruínas que hoje podem ser visitadas. 






Igatu fica na Serra do Sincorá, seu "desenho" é de infinita beleza, como toda a Chapada Diamantina: vales profundos, chapadões o verde misturado ao cinza, marrom e rosa da secura do sertão. O vento zunindo e o som dos bichos parecem dar voz às pedras. Debaixo de sol escaldante só os calangos, encontrados aos milhares, têm fôlego pra correr.



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