viernes, 29 de octubre de 2010

Palácio Rio Branco/BA











O Palácio Rio Branco é a antiga sede do governo da Bahia, e um dos mais antigos palácios do Brasil. Está situado em Salvador, na Praça Tomé de Sousa, onde também se encontram a Prefeitura da cidade, a câmara municipal e o Elevador Lacerda.
O palácio começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do
Brasil, Tomé de Sousa, em meados do século XVI, para ser o centro da administração portuguesa. No início era de taipa de pilão, recebendo posteriormente pequenas ampliações. Teve várias funções, como quartel e prisão. Abrigou Dom Pedro II, quando este veio em visita a Bahia em 1859. No fim do século XIX, ainda ostentava a velha fachada colonial portuguesa, símbolo de decadência na nascente República. Recebeu então uma profunda reforma, ficando pronto em 1900, na gestão do governador da Bahia, Luís Viana. Passava então a exibir um nobre e imponente estilo neoclássico, bem ao gosto francês.
Em 10 de janeiro de 1912, o palácio foi um dos pontos atingidos pelo bombardeio efetuado na cidade do
Salvador, a mando do Presidente da República Hermes da Fonseca. O prédio ficou praticamente em ruínas. Entre as várias perdas, a mais dolorosa foi a destruíção do rico acervo de livros raros que ficava na parte térrea. Depois daí, começou a reconstrução, sendo reinaugurado pelo governador Antônio Ferrão Moniz de Aragão, em 1919. O palácio reerguido recebeu o nome de "Rio Branco", em homenagem a um dos maiores estadistas brasileiros, o Barão do Rio Branco. Em 1984 foi feita uma restauração completa no prédio, devido ao péssimo estado de conservação em que se encontrava. Hoje abriga a Fundação Pedro Calmon, a Fundação Cultural do Estado da Bahia e o "Memorial dos Governadores".

miércoles, 20 de octubre de 2010

Santo Amaro/ BA

Casa de Dona Canô
Igreja da Purificação

Terra natal dos cantores e irmãos
Caetano Veloso e Maria Bethânia, filhos de uma das mulheres símbolos das mães baianas, Dona Canô, Santo Amaro (antigamente denominada Santo Amaro da Purificação) é um município brasileiro no estado da Bahia, na mesorregião Metropolitana de Salvador e microrregião de Santo Antônio de Jesus. A cidade nasceu de um dos povoados mais antigos do Brasil.

domingo, 17 de octubre de 2010

Precious


As profecias de Saint Germain para a Era de Aquário


Líderes e sendas espirituais de todo o mundo concordam que a humanidade está vivendo um dos grandes momentos de sua história. Uma nova era astrológica, que só acontece a cada 2150 anos, se inicia. O que nos reserva a Era de Aquário? Desenvolvimento espiritual e tecnológico ou, como previram os visionários da Antiguidade, guerras, tumultos e cataclismas? Este livro é uma transcrição de palestras da autora Elizabeth Clare Prophet realizadas em sete cidades da América do Sul, reunindo respostas do alquimista e mestre espiritual Saint Germain, regente desta nova Era, para as principais questões que afligem o homem moderno. Como enfrentar os desafios do nosso tempo? Como aprimorar nossos relacionamentos, transpor os obstáculos ao nosso crescimento espiritual e aliviar o sofrimento dos que estão próximos de nós?


De Elizabeth Clare Prophet

jueves, 14 de octubre de 2010

Cachoeira/BA

















Cachoeira é uma das cidades baianas que mais preservou a sua identidade cultural e histórica com o passar dos anos, o que a faz um dos principais roteiros turísticos históricos do estado. Além disto, a imponência do seu casario barroco, das suas igrejas e museus, levou a cidade a alcançar o status de "Cidade Monumento Nacional" e "Cidade Heróica" (pela participação decisiva nas lutas pela independência do Brasil) a partir do decreto 68.045, de 13 de Janeiro de 1971, assinado pelo presidente Emílio Garrastazu Médici.

O apogeu da cidade foi durante os séculos 18 e 19, quando seu porto era utilizado para escoamento de grande parte da produção agrícola do Recôncavo Baiano, principalmente açúcar e fumo, produtos até hoje contemplados no município, em virtude do clima e solo propícios da região. Porém, a economia da cidade entrou em declínio, somente resgatados no final do século XX e início do século XXI, com empresas que se instalaram na região, revitalizando a comunidade local.

A significativa presença de africanos e afro-descendentes em interação com europeus de variadas nacionalidades em Cachoeira durante o período escravista, é um dos fatores que originou a riqueza e diversidade da cultura popular em Cachoeira. Esta interação encontra-se presente no sincretismo religioso com forte presença da cultura afro-brasileira e das manifestações do catolicismo. A cidade hoje é um baluarte cultural dentro da Bahia, demonstrado nos seus inúmeros museus e movimentos populares, o que a torna marcante dentro de uma perspectiva histórica brasileira.

O Pouso da Palavra...









“O objetivo do ‘Pouso da Palavra’ é provocar a criatividade e investir na manutenção da arte”

(Damário Dacruz)

Início da década de noventa, logo após a enchente que ocorreu em Cachoeira, muitas pessoas não acreditavam na recuperação da cidade. A família de Damário, inclusive, achou na época que a loucura dele tinha ultrapassado os limites, quando o poeta resolveu acreditar na cidade. Enquanto muitos investiam na Linha Verde, Porto Seguro e Lençóis, por exemplo, a opção de Dacruz foi definitiva: comprar um sobrado na cidade em setembro de 1991 e criar o Pouso da Palavra.

O Pouso da Palavra era um sobrado em ruínas do século XVIII, restaurado com recursos próprios. O dinheiro investido na reforma do sobrado foi adquirido pelo poema “Todo Risco”. A repercussão do poema presenteou o poeta com esse grande espaço. Segundo Damário Dacruz, o governo nunca deu nem apoio técnico para a restauração do imóvel. Dacruz ainda afirma que a preocupação maior era em deixar o prédio como ele era, assim, o trabalho foi todo direcionado para o processo de restauração.

Restaurado o imóvel, surge mais um impasse: que nome dar àquele espaço que mais tarde se tornaria um ambiente de pura criação e grandes encontros? O nome, definitivo, só nasceu ápos quatro anos de busca. Como todo artista que vive em pleno processo criativo e de criação, Dacruz acordou com o nome na cabeça. Nascia então, o espaço que seria um ateliê de criação, e que tem a função de democratizar o bem cultural e apoiar a dedicação às artes.

“O Pouso abriga a palavra de todos que queiram se expressar. Ele nasceu para provocar a criatividade das pessoas, descobrir novos talentos e fazer o que chamo de manutenção de sonhos. Apesar de toda a automação do século XXI, continuo achando que a palavra e a sua redescoberta serão a grande novidade do novo milênio” (D.D.), assinala Dacruz. Este espaço não é só o lugar do poeta mas dos poetas e da poesia.

A dramaturga Aninha Franco, em visita à Cachoeira, chamou o Pouso da Palavra de “Oásis da palavra”. “Acho que é um espaço que tem que ser reproduzido em vários lugares. É cuidadoso com o conteúdo e a arte precisa disso. Oferece “ene” possibilidades para quem está ou não está antenado. É o que o Brasil precisa para democratizar a cultura, além de ter um cuidado estético muito grande”.

Hoje o “Pouso da Palavra” é uma galeria de arte, um espaço para tomar um bom café, um ambiente destinado a exibir, permanentemente, mostras de trabalho do próprio Dacruz, enfim, o lugar de levantar vôo das expressões artísticas. Esse espaço foi uma das maiores criações de Damário. É o lugar que a ele foi permitido “pousar” suas artes e repousar.

Damário da Cruz


TODO RISCO.

A possibilidade de arriscar
é que nos faz fortes
vôo perfeito
no espaço que criamos
Ninguém decide
sobre os passos que evitamos
certeza
de que não somos pássaros
e voamos
tristeza
de que não vamos
por medo do caminho.

“A possibilidade de arriscar é que nos faz homens”. Os versos do poema "Todo Risco", de Damário DaCruz, dizem muito da trajetória do poeta, jornalista, fotógrafo e agitador cultural baiano de Cachoeira.

“Avise aos amigos/ que preparo o último verso/ A vida/ dura menos que um poema/ E no alvorecer mais próximo/ saio de cena“, foram os versos de seu último poema, "Gran finale".

Em Cachoeira, criou o espaço Pouso da Palavra, fundado em 2001, que abrigava um café literário, uma galeria, um ateliê de criação e um local denominado Quintal de Sócrates, onde aconteciam recitais, encontros com escritores e saraus.

viernes, 24 de septiembre de 2010

Rio Sol- Vale do São Francisco-2006 Vinho Fino Tinto Seco




Hoje, os maiores produtores de vinhos no Vale de São Francisco são da Europa, principalmente de Portugal.
Eles compraram muitas terras e têm feito parcerias com pequenos proprietários locais.
Trouxeram tecnologia e equipamentos europeus para a produção de vinho no Vale, cujos vinhos produzidos, são exportados para Portugal e toda Europa.
A vinícola mais conhecida no vale de São Francisco está localizada no município baiano de Casa Nova.
A vinícola se chama Casa Nova Produtor, da família Miolo, e produz o vinho Terra Nova, um vinho da corte elaborado com uvas Shiraz e Cabernet Sauvignon, além do vinho elaborado pela uva Chardonnay. O vinho Terra Nova é exportado para Europa e agora o mercado asiático.

jueves, 16 de septiembre de 2010

Charles Fillmore


"A MENTE DIVINA É A ÚNICA REALIDADE."- Charles Fillmore


Charles Fillmore (St. Cloud, Minnesota, 1854 - Missoure, 1948)
UM REMÉDIO SEGURO


Aqui está um tratamento mental seguro para a cura de todo mal herdado pela carne.


Sente-se todas as noites por meia hora e mentalmente perdoe a cada pessoa contra quem sinta qualquer mágoa ou antipatia.


Se teme ou tem prevenção contra um animal que seja, mentalmente peça-lhe perdão por isso e irradie-lhe um pensamento de amor.


Se você acusou qualquer pessoa de injustiça, se referiu-se a alguém desairosamente, se criticou ou deu ouvidos a diz-que-diz sobre alguém, retire as suas palavras, pedindo-lhe perdão, em silêncio.


Se teve um mal entendido com amigos ou parentes, se está litigando ou em questão com alguém, faça tudo em seu poder, para terminar com essa desunião.


Veja todas as coisas e todas as pessoas como realmente são - Espírito puro - e irradie-lhes os seus mais poderosos pensamentos de amor.


Não vá deitar-se, à noite, sentindo ter um único inimigo, neste mundo.


Seja cuidadoso em não pensar mal ou dizer uma palavra que possa ofender a quem quer que seja.


Seja paciente, amoroso e afável sob qualquer circunstância. Você conseguirá fazer isso se for fiel à hora do silêncio, porque será auxiliado, então, a superar o sentimento carnal de egoísmo.


Há uma lei imutável sustentando esse método de cura. Deus é amor e o amor se manifesta como vida.


Deus se exprime assim, em e através de todas as Suas criações.


Se fizermos qualquer coisa para terminar com o amor de qualquer pessoa, estamos bloqueando o amor de Deus; dessa forma, estamos limitando a vida que flui através de todos.


Quando nos afastamos do nosso próximo e dessa maneira cortamos os liames do amor que nos liga a todos, como homens e mulheres, nós ao mesmo tempo seccionamos as artérias e veias, através das quais flui a vida universal.


Então, nos tornamos meros feixes de nervos tensos, trêmulos e agitados, com medo e fraqueza e finalmente morrendo por falta do amor de Deus. Mas o Espírito onipresente procura sempre fluir em e através de nós e estimular cada uma de nossas faculdades.


Precisamos contudo, pelas nossas palavras e atos, reconhecer essa Presença todo poderosa como um fator atuante em nossa vida, porque cada um de nós tem livre arbítrio inerente, que recebe ou rejeita tudo, não se excetuando nem mesmo Deus.


Auto-condenação é também um grande erro, que leva a conseqüências calamitosas.


Se você se acusou de ignorância, tolice, medo, doença, ansiedade, pobreza, raiva, ciúme, avareza, ambição, fraqueza, ou se está melancólico ou se permite tristezas, peça perdão, por tudo, ao Pai amoroso, em cuja imagem e semelhança você tem, espiritualmente, vida perfeita.


Diga muitas vezes a esta Onipresença:


'Agora entrego essas limitações humanas a Ti, ó Pai! Sou obediente à lei do meu ser e sei que em Ti sou destemido, verdadeiro, enérgico, sábio, puro, perfeito, forte, rico e corajoso. Tu és o meu poderoso Recurso e em Ti confio inteiramente'.

Porto da Barra







Crônica: Tropa de Elite no Porto da Barra, em Salvador
PaquitoDe Salvador (BA)para Rick, Lucci, que estavam ausentes, e Bimbo.Véspera da data magna da nação, sábado de sol na praia do Porto da Barra, minha musa de tantas colunas, objeto de meus desejos de vastidão. Parecia verão, não fossem as ondas um tanto mais fortes do que o habitual.A gente chega e já não vê tantos conhecidos como outrora. É o nosso tempo passando, e os desocupados, na falta do que fazer, se ocupando...Uma piada local, hoje velha, diz que a maioria dos antigos frequentadores do velho Porto está trabalhando no governo do Estado, que precisou de novos quadros, após a queda do carlismo. Daí essa ausência, inédita até então. Mesmo sem tantos conhecidos, a praia está repleta, também como nos melhores dias de sol. Plácida paisagem, burburinho das gentes, conversas à mancheia, ali o tempo passa como se não passasse, a não ser pelo aviso do sol que, caindo no horizonte, arranca aplausos entusiasmados de seus adoradores, como reza a tradição do lugar, feito um Egito antigo no Recôncavo. Zona Franca da velha Bahia, muitos bebem cerveja e alguns, ocasionalmente, acendem inocentes baseados, compondo o familiar dia a dia do lugar, entre ambulantes, banhistas, jogadores de frescobol, um tanto excessivos pro pequeno espaço à disposição, e - milagre! - até aquele momento, às quatro da tarde, nenhum carro com o som excessivamente alto. Tudo parecia azul, não fosse a súbita descida, não pelas escadas, mas sobre as dificultosas pedras, de uns vinte homens da polícia, feito uma operação da SWAT, metralhadoras em punho, óculos escuros, caras de mau, e pesados uniformes, contrastando com a quase nudez dos habitués. De início, perplexidade nas faces dos que, alheios ao corre-corre da rua, se abrigaram nas almofadas de areia, sobre toalhas, ou mesmo, nos lençóis anis da água. Depois, um medo ficando grande, tomando os corpos, antes serelepes e despreocupados, agora contraídos e na espera do iminente ataque. Ameaça terrorista inédita, logo aqui no Éden baiano? Algum arrastão importado do Rio de Janeiro? Nós fizemos algo? Alguém fez algo que não devia? O que se deve ou não fazer aqui, neste território aparentemente livre, que antes se fazia sem que houvesse tamanho estardalhaço e atitude tão extrema? Temor ancestral, rememorativo dos anos de chumbo que alguns nem vivenciaram: tudo passa pela cabeça dos inocentes banhistas, na busca de uma culpa talvez esquecida, nunca revelada. Indiferentes à sensibilidade excessiva do outro, a soldadesca continua o trabalho, inquirindo, indagando, observando, fuzilando metaforicamente, falando baixo e firme, com a coragem típica dos que possuem armamentos, contra os quais não há palavra ou argumentos que bastem. Só resta, aos incautos, obedecer! Vão revistar por dentro de sungas e biquínis, compartilhar compulsoriamente da cervejinha, filar tira-gostos? Somos todos culpados, até prova em contrário. Somos todos pequenos, diante do grande contingente, armado até os dentes, inexplicavelmente ali, onde, no avesso das coisas, tudo parecia caminhar docemente, sem drama, no vaivém da vida, mas sem pressa. Caiu o pesadelo desavisadamente, despertando-nos, atiçando-nos. No entanto, não nos atrevemos a qualquer movimento brusco. O instante é de sobreaviso, principalmente. Mantemo-nos intimamente atentos, aparentemente despreocupados, sorrindo baixo, pisando leve e sem afetar receios, pois até o medo pode ser revelador de algo suspeito, de que nem nós suspeitávamos. Os que estão mais afastados do campo de ação dos guardas observam atentamente os primeiros alvos dos interrogatórios. Sobre uma toalha, onde se deitam três pessoas, e há uma mochila na areia, um deles se detém, mais inquiridor para, instantes depois, pegar do referido volume, abri-lo e dele tirar peças de roupas, pequenos utensílios e, ao fim, não encontrando nada, ou achando o que não procurava, depositá-lo novamente na areia fofa. Este foi o gesto mais concreto da diligência militar, fora os olhares e as perguntas, além da presença intensa e avassaladora das armas, daquelas que se veem em filmes de guerra do Vietnam, um tanto desconectadas da realidade corriqueira dos descolados. Toda a operação fora, aparentemente, para revistar uma simples mochila, inanimada e tranquila anti-natureza morta, repousada, de nada. Vai lá saber o que foi denunciado? Bomba, envelope de Antrax, dossiê de algum ficha-suja? O dono do objeto estava, inclusive, na água, e não ousou retornar pra tirar satisfações com os remexedores de intimidades. Talvez tenha sido apenas demonstração de poder, em períodos de eleição, do comandante-mor da polícia. Aos poucos, e com a ida do sol, rei fundamentado e não imposto, voltam as conversas sem que nem pra que, os sorrisos fáceis e sem intenção, as malícias ligeiras e um friozinho atípico até do inverno baiano. Vestimo-nos e vamos pra casa, esperando menos sustos estéreis nas vindouras tardes leves, inúteis e aprazíveis, na praia querida, amantíssima, amadíssima, sob as bênçãos de Iemanjá.
Paquito é músico e produtor.

Chico Xavier, o filme...

De que valem as dúvidas? Para que ser tão torpe perante o que não vemos? Não vemos?
Belo filme, abre os olhos dos que insistem em não enxergar, o coração dos que não querem sentir....
Vale a pena ler alguns de seus livros, também...

martes, 14 de septiembre de 2010

Tapioca


A tapioca é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena tupi-guarani, feita com a fécula extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, polvilho, goma seca, polvilho doce, fécula de mandioca. Esta, ao ser espalhada numa chapa ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca ou crepe seco, em forma de meia-lua (ou disco, como em algumas regiões). O recheio varia, mas o mais tradicional é feito com coco e queijo.

Archivo del blog

Buscar este blog

Seguidores

Etiquetas